Escola Renascer
professora:Elaine
5º ano de escolaridade
CONTEÚDO: água
OBJETIVOS:
-> Compreender a importância da água para a manutenção da vida;
-> Identificar os tipos de água, bem como a que utilizamos para nosso consumo;
-> Elaborar hipóteses de manutenção e conservação da água;
-> Mobilizar a comunidade quanto a importância da conservação, através da criação de panfletos informativos,que serão distibuídos em passeatas a favor da água.
DESENVOLVIMENTO METODOLÓGICO:
Vídeo de sensibilização:"Terra Planeta Água" de Guilherme Arantes.
Após o vídeo, iremos discutí-lo de forma a compreendermos, a importância da água para nossa sobrevivência, onde os alunos irão falar sobre o que mais achou interessante na música e nas imagens do vídeo.
Com o globo, iremos analisar os tipos de água do Planeta, uma vez que a música fala que a Terra é um planeta água, chegando a conclusão que a água própria para o nosso consumo é exatamente a que está para acabar.
Então iremos discutir sugestões para a manutenção e conservação da água potável, mostrando o gráfico de sua porcentagem em relação a água dos oceanos.
Uma vez conscientizados, irei propor que façamos uma manifestação na comunidade em favor da água.
Os alunos se dividirão em grupos, e cada grupo irá criar um panfleto, com as sugestão discutidas em sala, para a conservação e manutenção da água.
A professora irá imprimir e reproduzir os panfletos e com a autorização dos pais, os alunos sairão à comunidade em manifestação em favor da água.(ÁGUA SE ECONOMIZAR, NÃO VAI FALTAR!)
Ao retornarem em sala, irão discutir sobre as experiências que tiveram em contato com a comunidade, e em seguida cada um fará um texto de conclusão pessoal.
RECURSOS DIDÁTICOS:
vídeo, globo terrestre, folhas, gráficos, cartazes, passeata na comunidade, texto pessoal.
BIBLIOGRAFIA:
ARANTES, Guilherme. Terra planeta água. www.youtube.com. acesso em 28/03/09.
sábado, 28 de março de 2009
quarta-feira, 18 de março de 2009
ATIVIDADE 3
QUE PRECONCEITOS AINDA CERCAM A TELEVISÃO IMPEDINDO UM TRABALHO MAIS EFETIVO ENTRE TV, ESCOLA E EDUCAÇÃO?
A televisão é vista como uma das responsáveis pela desestrutura dos lares, devido suas ideologias transmitidas, bem como o próprio fato de “roubar” os momentos de diálogo nas famílias.
Segundo Schemes(2004).De modo geral a TV, tem contribuído muito para as mudanças sociais, principalmente nos hábitos, costumes e valores da sociedade,acelerando assim a aceitação dessas mudanças, por meio das suas programações, comerciais e propagandas, são estabelecidos padrões de consumo, comportamentos, atitudes e valores que atuarão como modelos a serem seguidos principalmente pelas crianças e adolescentes.
Penso que o que tem impedido a TV de ser utilizada como um recurso tecnológico, é exatamente essa visão distorcida que se tem da televisão: ora é vista com ingênua e sem condições de educar; ora vista como uma vilã, que vem distorcer tudo o que foi ensinado pelos pais e professores. Sendo necessário, uma visão critica da parte dos educadores, que além de selecionar o que irão mostrar para as crianças, deverão ajudá-las a serem criticas com os próprios programas favoritos. Se os programas serão assistidos por elas com autorização ou não dos pais, é necessário, que desenvolvam ao menos uma visão crítica daquilo que assistem, e não se tornarem sujeitos passivos diante da tela.
A televisão é vista como uma das responsáveis pela desestrutura dos lares, devido suas ideologias transmitidas, bem como o próprio fato de “roubar” os momentos de diálogo nas famílias.
Segundo Schemes(2004).De modo geral a TV, tem contribuído muito para as mudanças sociais, principalmente nos hábitos, costumes e valores da sociedade,acelerando assim a aceitação dessas mudanças, por meio das suas programações, comerciais e propagandas, são estabelecidos padrões de consumo, comportamentos, atitudes e valores que atuarão como modelos a serem seguidos principalmente pelas crianças e adolescentes.
Penso que o que tem impedido a TV de ser utilizada como um recurso tecnológico, é exatamente essa visão distorcida que se tem da televisão: ora é vista com ingênua e sem condições de educar; ora vista como uma vilã, que vem distorcer tudo o que foi ensinado pelos pais e professores. Sendo necessário, uma visão critica da parte dos educadores, que além de selecionar o que irão mostrar para as crianças, deverão ajudá-las a serem criticas com os próprios programas favoritos. Se os programas serão assistidos por elas com autorização ou não dos pais, é necessário, que desenvolvam ao menos uma visão crítica daquilo que assistem, e não se tornarem sujeitos passivos diante da tela.
terça-feira, 17 de março de 2009
O CURRÍCULO: OS CONTEÚDOS DO ENSINO OU UMA ANÁLISE PRÁTICA?
Em acusação à escola tradicional, que visava o conteúdo como sendo seu principal objetivo a reprodução da cultura científica no ensino, bem como observação e mediação, tendo a preocupação técnica de conseguir métodos válidos para a transmissão do conhecimento. Afinal, tinha um objetivo, porém, obrigava a trabalhar os conteúdos de outra maneira. Surgem então, os movimentos progressistas que em nome de valorizar os objetivos, diminuíram a importância dos conteúdos, separando-os da Ciência, causando a fragmentação dos estudos.
Cabe ao ensino, perseguir o equilíbrio entre essas duas vertentes, buscando levar um ensino de qualidade que por um lado aprofunde os conhecimentos científicos, por outro seja significativo aos alunos, de modo que possam aplicar o conhecimento adquirido “não fragmentado” ao seu dia a dia que é o todo.
Para que o ensino seja significativo, não basta que as editoras e diversos agentes externos à realidade escolar sejam os únicos a determinar o que será ensinado, pelo contrário professores e alunos devem estar autorizados a tomar essas decisões, afinal, são eles os sujeitos que ensinam e aprendem. Embora, o que tem acontecido seja o contrário, os conteúdos são decididos muito distantes deles, cabendo apenas a engolir o que dizem “já estar mastigado”.
Existe todo um fundo político por trás desses conteúdos, como já dizia Freire “não existe neutralidade no ato de ensinar”, e conforme Durkheim “a escola é o aparelho ideológico do estado”.
Para alguns se ensina a pensar e para outros se ensina a trabalhar para os que pensam. (Mark).
Existe uma ideologia de que para o povo, basta saber contar e decodificar, afinal, povo que pensa, dá trabalho. Já desde os tempos dos Jesuítas, as formas legítimas de conhecimento eram privilégios apenas dos ricos, cabendo aos pobres a educação mais elementar possível.
Enquanto os educadores não mudarem suas práticas e seus discursos, dificilmente essa decisão de mutilar o conhecimento do povo poderá ser transformada. Os educadores precisam ter o mesmo profissionalismo da escola particular, quando entram na pública e de periferia, ele precisa se conscientizar que é ali que precisa ser bom, que esses alunos precisam muito mais de conhecimento que se supunha o programa curricular, que muitas das vezes só falta rotulá-los de ignorantes.
Como educadores, precisamos acreditar que a educação pode e será transformada “de baixo para cima”; pois é no chão de sala de aula que as coisas realmente acontecem, não deixando de reivindicar as melhorias, uma vez que se em grande parte depende do nosso trabalho, grande parte ainda de investimentos financeiros, valorização profissional e etc.
Enquanto agentes de transformação, ao invés de transmitir a cultura conforme os livros didáticos orientam, os professores devem ser críticos e assim desenvolver a criticidade em seus alunos, que já não aceitam tudo o que lhe é imposto, antes, são capazes de analisar e tomar novas decisões.
A própria fragmentação do saber em áreas de conhecimentos, tem como fim dificultar a análise do todo e a tomada de decisão; sendo assim, cabe ao professor organizar a sequência dos conteúdos de forma que os alunos sejam capazes de fazer pontes entre o que já sabem e o novo. Entra aí, a importância da interdisciplinaridade e da transdisciplinaridade, ou até mesmo com projetos que buscam desfazer a fragmentação sofrida pelo ensino escolar.
Quando o ensino deixar de ser tão fragmentado, os recursos utilizados serão de menor importância, desde um quadro-negro até a mais recente tecnologia de projetores, estarão voltados para o ser que é humano e que suas necessidades estão acima de qualquer metodologias.
Em acusação à escola tradicional, que visava o conteúdo como sendo seu principal objetivo a reprodução da cultura científica no ensino, bem como observação e mediação, tendo a preocupação técnica de conseguir métodos válidos para a transmissão do conhecimento. Afinal, tinha um objetivo, porém, obrigava a trabalhar os conteúdos de outra maneira. Surgem então, os movimentos progressistas que em nome de valorizar os objetivos, diminuíram a importância dos conteúdos, separando-os da Ciência, causando a fragmentação dos estudos.
Cabe ao ensino, perseguir o equilíbrio entre essas duas vertentes, buscando levar um ensino de qualidade que por um lado aprofunde os conhecimentos científicos, por outro seja significativo aos alunos, de modo que possam aplicar o conhecimento adquirido “não fragmentado” ao seu dia a dia que é o todo.
Para que o ensino seja significativo, não basta que as editoras e diversos agentes externos à realidade escolar sejam os únicos a determinar o que será ensinado, pelo contrário professores e alunos devem estar autorizados a tomar essas decisões, afinal, são eles os sujeitos que ensinam e aprendem. Embora, o que tem acontecido seja o contrário, os conteúdos são decididos muito distantes deles, cabendo apenas a engolir o que dizem “já estar mastigado”.
Existe todo um fundo político por trás desses conteúdos, como já dizia Freire “não existe neutralidade no ato de ensinar”, e conforme Durkheim “a escola é o aparelho ideológico do estado”.
Para alguns se ensina a pensar e para outros se ensina a trabalhar para os que pensam. (Mark).
Existe uma ideologia de que para o povo, basta saber contar e decodificar, afinal, povo que pensa, dá trabalho. Já desde os tempos dos Jesuítas, as formas legítimas de conhecimento eram privilégios apenas dos ricos, cabendo aos pobres a educação mais elementar possível.
Enquanto os educadores não mudarem suas práticas e seus discursos, dificilmente essa decisão de mutilar o conhecimento do povo poderá ser transformada. Os educadores precisam ter o mesmo profissionalismo da escola particular, quando entram na pública e de periferia, ele precisa se conscientizar que é ali que precisa ser bom, que esses alunos precisam muito mais de conhecimento que se supunha o programa curricular, que muitas das vezes só falta rotulá-los de ignorantes.
Como educadores, precisamos acreditar que a educação pode e será transformada “de baixo para cima”; pois é no chão de sala de aula que as coisas realmente acontecem, não deixando de reivindicar as melhorias, uma vez que se em grande parte depende do nosso trabalho, grande parte ainda de investimentos financeiros, valorização profissional e etc.
Enquanto agentes de transformação, ao invés de transmitir a cultura conforme os livros didáticos orientam, os professores devem ser críticos e assim desenvolver a criticidade em seus alunos, que já não aceitam tudo o que lhe é imposto, antes, são capazes de analisar e tomar novas decisões.
A própria fragmentação do saber em áreas de conhecimentos, tem como fim dificultar a análise do todo e a tomada de decisão; sendo assim, cabe ao professor organizar a sequência dos conteúdos de forma que os alunos sejam capazes de fazer pontes entre o que já sabem e o novo. Entra aí, a importância da interdisciplinaridade e da transdisciplinaridade, ou até mesmo com projetos que buscam desfazer a fragmentação sofrida pelo ensino escolar.
Quando o ensino deixar de ser tão fragmentado, os recursos utilizados serão de menor importância, desde um quadro-negro até a mais recente tecnologia de projetores, estarão voltados para o ser que é humano e que suas necessidades estão acima de qualquer metodologias.
quarta-feira, 4 de março de 2009
A confiança no poder de Deus em meio as diversidades
Acreditamos que ter Deus conosco significa ver tudo dar certo em nossa vida, sendo muito fácil ter fé enquanto tudo vai bem pro seu lado. portanto quando as coisas começam a não ser de acordo com o que esperamos, somos tentados a pensar que Deus nos abandonou. Em minhas experiências tenho experimentado exatamente o contrário, nos momentos em que mais nos sentimos só, são exatamente os que Deus tem-nos em seus braços, embora necessita de utilizar-se das aflições para purificar nosso caráter, fazendo-nos melhores do que somos. A cada vez que saimos de uma aflição, somos mais fortes e mais bem preparados para viver essa vida e a vida eterna que Deus tem preparado para cada um de nós.
Portanto amigo, lembre-se de agradeçer a Deus pelas oportunidades que nos dá de sermos participantes do sofrimento de Cristo, o que nos cabe fazer é descançar nos braços do Pai.
Sorria, Deus está sempre perto de você! ainda que as ondas da tempestade te impedem de vê-lo, Ele nunca te perderá de vista! pode confiar!!!
Portanto amigo, lembre-se de agradeçer a Deus pelas oportunidades que nos dá de sermos participantes do sofrimento de Cristo, o que nos cabe fazer é descançar nos braços do Pai.
Sorria, Deus está sempre perto de você! ainda que as ondas da tempestade te impedem de vê-lo, Ele nunca te perderá de vista! pode confiar!!!
Assinar:
Postagens (Atom)